Sonae Sierra Brasil registra crescimento de 14% no EBITDA no 1T de 2018

Indicador é o maior na série histórica da empresa para o mesmo período e foi impulsionado por maiores receitas e menores custos e despesas.

Os lojistas apresentaram forte desempenho de vendas, com crescimento, de 4,8% – acima da média do setor – em comparação ao mesmo período do ano anterior. As vendas por metro quadrado apresentaram aumento ainda maior no período, crescendo 7,1%.

As vendas nas mesmas lojas cresceram 3,7%, com bom desempenho tanto das lojas âncora como das lojas satélite.

A Sonae Sierra Brasil, uma das maiores incorporadoras, proprietárias e administradoras de shopping centers do país, anuncia seus resultados referentes ao primeiro trimestre (1T18). Influenciado por maiores receitas e menores custos operacionais, o EBITDA cresceu 14,1% no 1T18, totalizando R$ 50 milhões – o maior já registrado pela Companhia em um primeiro trimestre, impulsionado por maiores receitas, menores descontos contratuais, menores custos e despesas.

Os três primeiros meses de 2018 mantiveram o ritmo do último trimestre de 2017 e fundamentos macroeconômicos estáveis proporcionaram um forte trimestre para a Sonae Sierra Brasil. Tendo em vista a proximidade com a Páscoa, o portfólio da companhia mostrou solidez, demonstrada pelo crescimento de 4,8% nas vendas dos lojistas dos shoppings – acima da média do setor. A receita líquida da companhia totalizou R$ 72,4 milhões no 1T18, um crescimento de 4,4% frente ao mesmo período do ano anterior.

O índice de vendas nas mesmas lojas apresentou desempenho favorável e fechou o primeiro trimestre de 2018 com crescimento de 3,7% frente ao mesmo período do ano passado, influenciado, principalmente, pelo desempenho das lojas âncoras.

Os resultados nos últimos trimestres refletem a estratégia da companhia de focar na operação atual. Segundo José Baeta Tomás, CEO da Sonae Sierra Brasil, a empresa pretende avançar com os planos de revitalizar os ativos maduros e promover a maturação dos shoppings inaugurados nesta década.

“2018 já começou com bom apetite de varejistas por áreas em shoppings e as taxas de ocupação de nossos ativos começarão a reagir em breve. Com a inflação sob controle e baixas taxas de juros, os investidores devem voltar a investir em todos os setores da economia brasileira, melhorando as taxas de emprego e de consumo”, afirma o executivo.

Release completo de resultados aqui.

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